Arquivos | outubro, 2010

29/10/2010

29 out

Paulo Vilhena e Thaila Ayala curtem praia aos beijos
Atores foram fotografados nesta sexta-feira (29) na praia da Reserva

Paulo Vilhena e Thaila Ayala aproveitaram a tarde de sexta-feira (29) para relaxarem na praia da Reserva, no Rio de Janeiro.

Os atores conversaram, tomaram sol e trocaram beijos e abraços. Pouco depois, se refrescaram no mar. Ao sair da água, Thaila, brincalhona, pulou nas costas de Vilhena, que levou a namorada até onde estavam os pertences do casal.

A atriz, que está no ar como Amanda em “Ti ti ti”, ficou descansando na areia e ouvindo música enquanto o ator voltou ao mar para surfar, onde mostrou suas habilidades, mas acabou tomando um “caldo”.

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Fonte: Quem Acontece

29/10/2010

29 out

Paulo Vilhena e Thaila Ayala namoram no mar carioca
Casal de atores esteve na praia da Reserva, Zona Oeste do Rio, nesta sexta-feira, 29.

Paulo Vilhena e Thaila Ayala namoraram no mar da praia da Reserva, Zona Oeste do Rio, nesta sexta-feira, 29. Enquanto Thaila colocou o bronzeado em dia, o ator pegou praticou seu esporte preferido: o surfe.

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Fonte: Ego

Lookbook Index 2010

29 out

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Revista Estilo – 2008

29 out

fotos Jairo Goldflus
edição Carla Raimondi

Em tempos de inovação, as coleções de inverno revelam misturas surpreendentes e garantem mais versatilidade à temporada. Volumes, texturas, padrões e materiais se fundem entre si em looks que exaltam a personalidade.

Confira com THAILA AYALA os big hits e mescle os novos estilos nas suas produções.

RECORTES = WESTERN
Vestido de gabardine de lã e couro, R$ 6 468, cinto de couro, R$ 169, sapatos de couro de python e gabardine de lã, R$ 1 100, Reinaldo Lourenço, tel. (11) 3085 8150, http://www.reinaldolourenco.com.br. Meias de lã, R$ 18, Tri-Fil, tel. (11) 5189 4521, http://www.trifil.com.br

LISTRAS = ESPORTE
Vestido de fitas de gorgorão, R$ 2 390, cardigã de tricô, R$ 580, Osklen, tels. (11) 3083 7977, (21) 3322 0317.

BABADO = FETICHE
Vestido de organza, gaze e vinil, R$ 1 632, luva de cirre com metal, R$ 250, botas de couro com tachas, R$ 990, Ellus, tels. (11) 3061 2900, (21) 3322 6197, http://www.ellus.com.br

CINTURA ALTA = ALFAIATARIA
Calça de cashmere, R$ 1 250, body de Lycra® cirré, R$ 240, cinto de couro e metal, R$ 270, sapatos de verniz ouro, R$ 498, pulseiras de madeira e metal banhadas a ouro, R$ 420 cada uma, Cori, tel. 0800 111200, http://www.cori.com.br

HIGH-TECH = MASCULINO
Cardigã de tricô, R$ 890, macacão de tecido tecnológico, R$ 1 980, saia de tecido tecnológico, R$ 1 280, Maria Bonita, tels. (11) 3032 9052, (21) 2287 9768, http://www.mariabonita.com.br

COURO TECNO = NEO 70’S
Jaqueta de couro navalhado, R$ 4 170, top de cetim de seda, R$ 1 170, calça de jaquard, R$ 897, Animale, tels. (11) 3062 0965, (21) 2431 8302.

JEANS COUTURE = REBELDE
Macacão de jeans matelassê, R$ 1 580, botas de couro com jeans matelassê, R$ 920, Zoomp, tels. (11) 3064 1556, (21) 2431 9191, http://www.zoomp.com.br

TRICÔ = CULT
Vestido de tricô de algodão, R$ 420, polaina de tricô, R$ 100, botas de couro, R$ 290, Redley, tel. (21) 2287 4843, http://www.redley.com

MANGAS AMPLAS = 80’S
Vestido de malha de jacquard, R$ 1 750, André Lima, tel.(11) 3849 3444, http://www.andrelima.com.br

XADREZ = GRUNGE
Vestido de lã, R$ 3 200, botas de couro e camurça, R$ 1 250, Cavalera, tels. (11) 3083 5187, (21) 2295 5167

BORDADOS = FOLK
Poncho de paetês, R$ 7 700, calça de alfaiataria, R$ 460, botas de couro, R$ 1 590, Fause Haten, tel. (11) 3081 8685.
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Fonte: Revista Estilo.

Revista VIP 2009

29 out

Edição 297 – DEZEMBRO (2009)

MULHER DE ATITUDE

Thaila Ayala nasceu no interior de São Paulo. Foi um bebê lindo, uma pré-adolescente “feia”, uma jovem “esquisita” (ela que diz, a gente não acredita). Abocanhou papel de destaque na novela Malhação, a lançadora de talentos (e beldades) da Globo. Brigou, ficou na geladeira e só saiu de lá um ano e meio depois para brilhar em Caminho das Índias. “Fiz por merecer. Isso tudo serviu para me trazer maturidade”, diz.

POR CLÁUDIA DE CASTRO LIMA

Ela jura que era o “cão” quando tinha lá seus 13, 14 anos. E que foi seu exotismo – para ela, feiúra mesmo – que chamou a atenção de olheiros de uma agência de modelos em Presidente Prudente, no interior de São Paulo, cidade onde nasceu e cresceu. Mesmo sem ter muita certeza do que queria, Thaila aceitou um convite para trabalhar em São Paulo e saiu de casa, sem avisar à pobre mãe, que colocou polícia e tudo atrás da menina.

Em São Paulo, morou em favela e passou fome até a carreira deslanchar. Viveu em vários países e acabou fazendo a Oficina de Atores da Globo. De lá foi para Malhação e, da novela, direto para a geladeira do Projac. Tudo porque falava demais. “Era muito jovem, não aguentei a pressão. Reclamava de atrasos, fui muito imatura”, diz.
Hoje, aos 23 anos, ela conta que cresceu e que se sente uma “senhora de 60 anos”. O único hábito que permanece dos tempos de rebeldia é ouvir rock. “Muito alto!”

Você tem cara de sapeca. Foi uma criança arteira?
Eu era levada da breca. Tenho muitas cicatrizes daquela época, muitas mesmo. Meu joelho é pura cicatriz. Eu subia em pé de manga, adorava tomar banho de chuva e de mangueira, pulava o muro quando minha mãe me deixava de castigo…

Verdade que se achava feia?
Não é que eu me achava, eu fui um cão. Nasci linda, era o bebê Johnson. E fui bonitinha até os 6, 7 anos. Mas aí comecei a esticar, o dente começou a cair, e fiquei muito, muito feia. Primeiro fiz o estilo machinho: usava calça big, camisa larga. Depois fiquei mais vaidosa. Aí era a fase de disfarçar a magreza com três calças e sutiã com enchimento.

E você resolveu ser modelo quando ficou bonita de novo?
Não, eu não era modelo bonita. Era aquelas modelos esquisitas. Pensa em mim pela metade: eu tinha a mesma altura, 1,74 m, e era muito, muito magra, tinha 45 kg. Muito branca, magra, olhão e com o cabelo muito preto. Parecia a Mortícia

Ah, você fazia o tipo exótica?
Exótica? Era feia mesmo.

Como você virou modelo então?
Me viram numa casa de forró em Presidente Prudente e falaram para eu ir fazer um book. Comecei a fazer uns trabalhinhos lá mesmo e de vez em quando algumas viagens para São Paulo. Nessas, quatro agências de São Paulo me quiseram. Eu fiquei na Elite. Não foi algo que eu procurei, foi só uma coisa que foi pintando e eu fui aproveitando.

E você veio fugida, né?
Eu dizia sempre para minha mãe: “Tem uma agência querendo que eu trabalhe em São Paulo, eu vou para lá, vai ser dia tal”… Mas para ela era algo tão distante que não acreditava. Chegou a data da viagem, minha mãe estava na casa das minhas avós em Presidente Epitácio, eu fiz as malas e fui. Fiquei uma semana sem dar notícia. Quando liguei, já tinha polícia atrás de mim, tinham dado queixa de desaparecimento, minha mãe estava arrasada. Poderia ter sido diferente, coitada. Mas se não fosse isso eu não estaria aqui.

Em São Paulo houve perrengue?
Todos que você possa imaginar, no melhor estilo Cinderela. De passar fome, não ter onde morar, morar em favela em Diadema e de favor…

Você viajou muito nessa época?
Sim, morei fora também. Minha primeira viagem foi para a Coreia. Eu não sabia nem dizer “hi” em inglês. A aeromoça perguntou: “Chicken or meat?” E eu: “Oi?”. Meu contrato era de três meses. Voltei depois de um. Também fui para o Japão, morei no Chile, em Paris, em Nova York.

Tinha tempo de sair e namorar?
Ih, eu virava a noite na balada e ia trabalhar direto. Sempre fui de aproveitar o agora, fazia tudo o que tinha direito. Saía de segunda a segunda, fazia festas no apartamento. O som era alto, o síndico vinha reclamar, eu pagava multa. Sempre fui bagunceira.

E continua assim?
Hoje eu sou muito mais tranquila. Não consigo mais ficar até tarde em uma festa e trabalhar no dia seguinte. Mas ainda ouço som nas alturas. Os vizinhos reclamam sempre. Gosto de rock and roll. Muito rock e alto. Nirvana, Raimundos, Faith no More, Kings of Leon. Estou viciada na trilha do filme Na Natureza Selvagem.

O que aprendeu como modelo?
Tudo. Aprendi a segurar a onda sozinha, me virar com grana, conheci culturas, vi o que era ter respeito pelas pessoas. Saí de Prudente brincando de boneca. Em São Paulo virei mulher.

Como foi a transição para a TV?
Quando comecei a ficar bonitinha, passei a fazer comerciais. Fiz cursos de teatro e passei em um teste para a Oficina de Atores. Mudei para o Rio de Janeiro e fui fazer um teste para Malhação. Acho que rolou porque eu não contava com isso e fui relaxada. Não nasci para ser testada. Nossa, fico supernervosa.

Na época de geladeira da Globo você ficou parada?
Fiz vários cursos, não parei. Foi um choque. Tinha acabado Malhação e, no fim das produções, rola uma espécie de avaliação de cada ator. O Ike [Cruz, empresário] perguntou de mim, disseram que eu tinha tudo o que a Globo precisava, carisma e tal, mas que eles não estavam a fim naquele momento. Fiquei bem desanimada, pensando em mudar de área. Mas aí rolou Caminho das Índias. Hoje penso que, se não tivesse passado por isso, não teria amadurecido tanto.

A fama de difícil é verdadeira?
Eu dei motivo para falarem. Brigava, reclamava, batia de frente. Tenho uma personalidade forte, sou teimosa, perfeccionista, tenho opinião, sou ansiosa… Sou ariana, já viu, né?

Você namorou dois quarentões e agora namora o Paulo Vilhena, mais novo. Qual a diferença?
O que eu gosto em homem, não importa a idade, é ele ser maduro. Não gosto de joguinho de moleques, de inseguranças, aquela lengalenga. A maturidade está na cabeça das pessoas. Eu, por exemplo, me acho hoje uma senhora de 60 anos. Tenho chatices, manias, sou conservadora, quero casar, ter família, cozinhar.

Você ficou à vontade nas fotos?
Cara, não. Estava muito insegura. Mas sou amiga do Gui [Paganini, fotógrafo], então fiquei mais tranquila. Tenho momentos de me achar sexy, a mulher que diz que nunca tem está mentindo. Mas no meu dia a dia eu sou um moleque. Falo igual mano, muita gíria, uso calça largada, chinelo, já roubei várias calças do Paulo. Não gosto de calcinha, uso muita cueca.

Quando olha no espelho vê o quê?
Além de uma magrela e uns cambitos? Eu gosto do que vejo. Me acho bonita. Tem dias que acho o nariz enorme, vejo barriga, pele horrível. Mas no geral me acho bonita e sei valorizar o que tenho de melhor.

Quando fez a primeira tatuagem?
Aos 13 anos. Falsifiquei os documentos. Hoje tenho sete. Uma em árabe com os nomes dos meus pais e irmãs, uma língua dos Rolling Stones, um dos primeiros sons que curti. A escrito “love” foi minha primeira tatoo, é no braço, coisa que ninguém tinha. Tenho um peso no pé, fiz com uma amiga, que simboliza que uma coloca a outra no chão. Tenho um “rock’n roll” na cintura, porque acho que rock não é só um estilo de música, e sim de vida. Um “fiel” no meu braço, porque eu sou fiel aos meus princípios, à família e às coisas que eu amo. E agora fiz um terço no pé, que é a minha proteção.

E o Twitter é seu hobby, né?
É, sou viciada. E sou a polêmica do Twitter! Acho um barato pelo contato direto com os fãs. Tenho quase 70 mil seguidores. O gostoso é o retorno imediato. Pode até ser carência, mas é bom. Comento desde bobeira até filmes, CDs, shows e política.

Alguma mulher já te xavecou?
Sou mais xavecada por mulher do que por homem. Não sei se tenho cara de quem gosta, se é minha voz meio de traveca… Uma vez estava em Los Angeles e duas mulheres me seguiram no trânsito, me pararam e me pediram para entrar no carro com elas.

Qual foi a importância de 2009?
Considero 2007 o ano mais importante da minha vida, porque foi o começo como atriz. Mas 2009 foi tão bom quanto. Foi iluminado do começo ao fim. Um presente. Foi algo: “Thaila, você se comportou bem, comeu direitinho, leve 2009 de presente”.

E agora, quais seus planos?
Fiz vários testes e estou esperando. Vou gravar um curta e estou fazendo uma leitura de uma peça. Além disso, estou tocando um projeto meu de conscientização dos maus-tratos contra os animais com o Gui Paganini. Vamos fazer fotos de 12 atrizes e modelos vegetarianas e fazer um livro e 12 quadros para serem leiloados. O dinheiro vai ser revertido para instituições que cuidam de animais. Acho que a gente tem que usar nossa imagem para fazer alguma outra coisa. Para a gente não custa nada.

Fonte: Vip/Abril

Index Jeans 2010: Lookbook

28 out


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Fonte: Index Jeans

Look Index

28 out

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Abril/2010

28 out

Making of
Desfile da grife Flor

Tanta correria depois do desfile em Brasília… aproveitei o feriado para separar estas fotos e agora posso contar os detalhes para vocês.


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A participação da Thaila Ayala foi mesmo especial. Super simpática, alto astral, animada com o trabalho. Ela chegou em brasilia pouco antes do desfile e só viu as peças que iria usar no backstage..


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Depois do desfile, passou na loja e já levou o vestido Alice e a camiseta Asa. Ela realmente se identificou com a marca…Semana passada, voltou para comprar o longo Beauvoir para ir a uma festa


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Depois comemorei novamente na loja, com a Thayla e o Eduardo…


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Fonte: Blog da Flor.

20/10/2010

27 out

Tudo junto e misturado
Na comemoração dos 20 anos da MTV Brasil, Selton Mello beija morena, Rodrigo Santoro declara que continua solteiro e Caetano Veloso ganha um chamego de Valesca Popozuda

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A FOTO DA FUNKEIRA Valesca Popozuda dando uma bitoca na bochecha de Caetano Veloso diz tudo. A comemoração dos 20 anos da MTV Brasil, na quarta-feira 20, reuniu no Armazém 2 do Píer Mauá, na Zona Portuária carioca, celebridades dos mais diversos estilos, gerações e gostos. Na eclética lista de convidados, artistas que fizeram parte da história da emissora: de Zeca Pagodinho à banda Fresno – passando pela dupla sertaneja Chitãozinho & Xororó. Caetano abriu a noite interpretando o clássico da bossa nova “Garota de Ipanema”, o primeiro clipe exibido pela emissora, na voz de Marina Lima. “Fico feliz por participar dessa festa porque lembro a primeira vez que assisti ao canal, nos Estados Unidos, e achei que tínhamos que ter um no Brasil também”, disse o baiano, bastante assediado nos bastidores.

O ponto alto da noite ficou por conta do reencontro do Planet Hemp, dez anos depois do fim da banda de hip-hop, que defendia abertamente a descriminalização da maconha. “Foi emocionante. É como se minha vida passasse na minha frente, como num filme”, descreveu Marcelo D2 depois da apresentação, frisando que o grupo não vai retomar a carreira. Há seis anos, D2 e o rapper BNegão, outro integrante da banda, tinham cortado relações e parado de se falar.

Mas agora, ao que parece, ficou tudo bem entre os dois. “Voltamos a nos falar há um ano, mas a banda acabou. Quem viu, viu”, disse BNegão. No backstage, uma das mais animadas era a cantora Maria Gadú. Ela saiu distribuindo selinho nos amigos – inclusive no cantor Nando Reis, com quem dividiu o palco cantando o sucesso “O Segundo Sol”. “Mas é tudo brincadeirinha. O Nando é um grande amigo”, esclareceu ela.

Antes de marcar presença na festa da grife Diesel, em São Conrado, zona sul carioca, o ator Rodrigo Santoro também deu as caras na festa da MTV e declarou que está solteiro. Já Maria Paula surpreendeu com um corte de cabelo moderno, inspirado no desenho animado americano Ben 10. “Foi para agradar ao Felipe, meu filho caçula. É inspirado no visual da Ben Gwen, que é irmã do personagem principal”, disse a humorista, que no passado foi VJ da MTV. Outros que bateram ponto no agito foram Zeca Camargo, Jayme Matarazzo, Alice Braga e o ator Paulo Vilhena, que chegou acompanhado da namorada, a atriz Thaila Ayala.

Após os shows, a festa continuou sob o comando dos DJs Zeca Veloso, filho de Caetano com a empresária Paula Lavigne, e de Preta Gil. Ao som do hit “Bad Romance”, de Lady Gaga, a diretora de novela Amora Mautner, ex-mulher de Marcos Palmeira, e o ator Rômulo Arantes Neto trocaram beijos e carinhos. Solteiro, Selton Mello cedeu às investidas de uma morena e tascou-lhe um beijo. Outro que estava “soltinho” era o músico Otto, recém-separado da atriz Mayana Moura. “Faz um mês que não estamos juntos. A gente não tinha esse compromisso sério. Mas a gente se adora”, disse.

Fonte: IstoéGente

Quem Acontece

27 out

Paulo Vilhena se caracteriza como travesti para peça de teatro
“A Thaila ficou procurando minhas tatuagens para ter certeza que era eu”, afirma o ator

Paulo Vilhena está em cartaz com a peça “Hedwig e o Centímetro Enfurecido”, uma ópera-rock de John Cameron Mitchell, dirigida e adaptada por Evandro Mesquita. Vilhena e Pierre Baitelli interpretam o personagem-título, o travesti Hedwig. A revista QUEM desta semana, que chega às bancas nesta quarta-feira (27), traz uma reportagem mostrando os bastidores do espetáculo.

O ator relembra o dia em que fez fotos de divulgação ao lado de Pierre Baitelli, os dois caracterizados de Hedwig, na Avenida Atlântica, em Copacabana, junto com travestis de verdade. “As pessoas nos bares mexiam com a gente e a gente mexia de volta”, conta ele, garantindo que nem a namorada, a atriz Thaila Ayala, o reconheceu no palco. “A Thaila ficou procurando as minhas tatuagens para ter certeza de que era eu”, diz, aos risos.

Fonte: Quem Acontece

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